Luís Fernando Veríssimo (26 de setembro de 1936) é natural de Porto Alegre, RS/Brasil. Escritor conhecido por suas crônicas, é também cartunista, tradutor, roteirista de televisão, autor de teatro, romancista e ainda é músico. Veríssimo toca saxofone e já fez parte em alguns conjuntos. Filho do escritor Érico Veríssimo, passou sua infância nos EUA e de volta a Porto Alegre, aos 20 anos, começou a trabalhar na Editora Globo. Dos 26 aos 30 anos, morou no Rio de Janeiro onde trabalhou como redator e publicitário.
De volta a sua cidade natal, começou a trabalhar no jornal Zero Hora, onde exerceu a função de revisor de texto e logo conseguiu seu coluna diária abordando com uma ressalva o futebol.
Três anos mais tarde, foi para o jornal Folha da Manhã onde continuou com sua coluna diária, mas desta vez falando sobre esporte, literatura, cinema, gastronomia, música, política, e sempre com um certo humor.
Em 1973, lançou seu primeiro livro, chamado, O Popular, o qual recebeu elogios de críticos importantes do Brasil. Dois anos mais tarde voltou para o jornal Zero Hora, onde está até hoje e começou a escrever para outro jornal chamado Jornal do Brasil, onde assim ficou conhecido nacionalmente.
Em 1981, lançou o livro O Analista de Bagé, que esgotou sua primeira edição em dois dias, na Feira do Livro de Porto Alegre. Um ano mais tarde, ganhou um espaço na revista Veja, onde tinha sua página de humor.
Em 2003, passou a publicar somente para Zero Hora, O Globo e O Estado de São Paulo. No mesmo ano foi destaque de capa em uma reportagem na revista Veja, onde foi nomeado o escritor que mais vende livros no Brasil.
Recebeu o Prix Deux Oceans, do Festival de Culturas Latinas de Biarritz, na França, no ano de 2004.
No ano de 2006, Verissimo é consagrado um dos maiores escritores brasileiros contemporâneos. Vendeu ao todo mais de 5 milhões de exemplares de seus livros.
Principais Obras:
O Popular (1973);
As Cobras(1975);
Ed Mort e outras Histórias (1979);
Sexo na Cabeça (1980);
O Analista de Bagé (1981);
A Velhinha de Taubaté (1983);
O Jardim do Diabo (1987);
Comédias da Vida Privada (1994);
Comédias da Vida Pública (1996);
Histórias de Humor (1998);
As mentiras que os Homens Contam (2000) w
Borges e o Orangotango Eterno (2000).
E deixo aqui também umas dos poemas mais lindos desta grande figura brasileira:
A Pessoa Errada,
Luís Fernando Verissimo.

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